Sou agrónomo de profissão mas há muito que me envolvi nas actividades da sociedade civil angolana. Ainda como estudante de agronomia sempre interessei por desenvolvimento sustentável e pelo lado político do desenvolvimento. O desastre devido à guerra no Huambo, levou-me como profissional, a afastar-me do meio académico e a envolver-me na ADRA onde trabalhei e à qual continuo ligado.
Espero que esta iniciativa ajude a melhorar a intensidade e qualidade da comunicação entre nós. Sou um convicto de que as ideias são um importante ponto de partida para tudo. Comunicar ajuda a trocar e a desenvolver ideias. Isso é um ponto de partida para a acção.
Angola, apesar de ter um crescimento económico espectacular, está numa crise moral, ideológica e de identidade. A sociedade civil e a sua conferência da sociedade civil podem dar uma contribuição decisiva para se procurar ou construir o caminho para sair do pantanal em que estamos.