Após o colapso da infra-estrutura, derivada do terremoto, o governo chileno é obrigado a pedir ¨favores¨ como se fossem esmolas aos concessionários de serviços básicos para a população afetada pela catástrofe recente no país. Neste contexto, denuncia-se mais fortemente a perversidade da lógica do lucro e da liberdade de mercado que rege os serviços básicos dos estados ocidentais - no caso da América Latina, em geral privatizados durante os governos militares dos anos 70.
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Terremoto no Chile expõe a perversidade da lógica do capital
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