Da noite de segunda-feira até o meio da tarde de quinta-feira, a família de uma socióloga de 34 anos e seu filho de dois anos enfrentou um pesadelo. Ao se dirigir a uma boca de fumo no Campo da Tuca, na Capital, para comprar crack com a criança, permaneceu presa por ordem de traficantes. Sua libertação, após o sumiço ganhar repercussão na imprensa, a livrou do domínio dos bandidos, mas não garantiu a soltura de um longo cárcere imposto pela dependência química.
Enquanto a quadrilha possivelmente buscava maneiras de conseguir dinheiro com sua captura, ela era mantida sob efeito permanente
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