Por questões diplomáticas, internas ou externas, e para
garantir algum equilíbrio nas relações internacionais (que nem sempre obedecem
princípios consensuais), assumem-se compromissos através de acordos e que não passam
disso mesmo ou seja, não há seguimento nem concretização dos mesmo, se quer.
Todo esforço mede-se
pelos seus resultados.
Na maioria dos acordos que o país já assinou, infelizmente nunca se saberá se
os objectivos foram alcançados, porque se de um lado os indicadores não têm
sido divulgados, por outro lado é porque o executor tem assumido o papel duplo
de observador, reduzindo a possibilidade quer de tirar lições apreendidas quer
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