Segundo
Siddhartha Gautama, tudo está num estado de fluxo contínuo. No entanto, nossa relutância em aceitar a insubstancialidade das coisas produz um sentimento de frustração e mal-estar e esta é a causa do desejo. Ansiamos por permanência, tanto nas coisas quanto no eu, e assim nos tornamos escravos de anseios que nunca podem ser satisfeitos.
Nossas
organizações estão ficando
ultrapassadas. Democracia não é
igualdade, é maioria. É preciso descentralizar o controle e capilarizar o poder, para fazer do micro o macro, atender/entender tanto acima como abaixo, dando poder à população.
Para essa nova
mudança de eixo é preciso primeiro redirecionar
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