Da janela do meu quartoque durante a noitefechamos as persianas etrancábamos com españoletoDe lá, eu lembro que eu podia vertantoa estrada larga da Matta Avenidaparalelepípedos cujas brilhava na chuvae as luzes refletidasde sinais de néonA largura da rua, dividindo floecoberta com grama e árvoresadornando seus ladosOs carros antigos, de grande circulaçãotão rápido quanto poderia serCasais se beijando, sentados,em bancosO bêbado que dormia em outroDa minha janela eu esperei tantas vezesvê-lo trazer para jogar minha portaNunca fiz
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